terça-feira, 27 de setembro de 2011

Um novo sintoma II

Novamente às três da manhã, numa rua qualquer andando sem um destino pensado; rindo, cantando, conversando, sentindo. Quatro pessoas fingindo que tudo para viver estava naquele momento, duas delas, aquelas boas companhias, outras duas em uma sintonia aprazível. Uma noite, uma madrugada, um dia inteiro marcado como um dos melhores. Ever.

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