É como um imã. Estar perto, acelera. Estar longe, diminui drasticamente meu ritmo...
Pois é.
...
Eu te fiz uma pergunta.
Você me ouviu?
Se sabe do que estou falando, porque não responde logo? Você não quer?
Ou isso seria apenas parte da sua persona esnobe e vingativa?
Eu tive que continuar a pergunta composta.
Você respondeu como se não soubesse do que se tratava, fingiu; esnobe.
Eu retirei tudo o que estava em suas mãos.
Me virei para você de novo.
Criei um ritmo, numa questão de pouquíssimos segundos, dois talvez.
Você entrou no meu ritmo.
Dançou comigo, precisamente. Se envolveu.
Mostrando que eu não posso estar errada (ou que eu esteja mesmo errada).
Tudo aquilo ainda existe.
Um comentário:
AMEEEEEI
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