sábado, 16 de outubro de 2010

A visão daqui


(...) O verde e o barulho das fontes artificiais lançam em mim o pseudo sabor da natureza, ou pelo menos o seu cheiro.
Vejo estátuas e prédios, todos verticais me olhando; ouço ao fundo de minha percepção, outras pessoas falando, aquela voz, e um violão.
Caros, motos e etc, passam no asfalto que cerca, rapidamente, rumo a diversos lugares.
O céu, um pouco azul, um pouco cinza, tenta me dizer que quer me molhar mas não pode.
Crianças, idosos, pássaros. Luzes da cidade, o vento que bate frio.
E eu aqui, sentindo dor...

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